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da espécie - mais até, em boa verdade, visto que uma pessoa celibatéria pode, pelo menos, conti- nuar a viver, mas um esfomeado no. Embora possamos constiuir instituicées completas em redor do simples ritual de comer, isso nunca nos deixa, porém, completamente loucos. O romance deixa, “As pessoas compdem poesia, romances, steams, por amor’, diz Helen Fischer, wma antropdlo- ‘ga da Universidade Rutgers ¢ uma espécie de patrona da investigarao sobre o ramance. “Vive por _amor, morrem por amor. Este pode ser mais forte do que a impulso para nos mantermes vivos.” Nos seus bons dias (¢ 0 amor tem muitos}, tudo parece fazer perfeitamente sentida, Hé quase: 30 anos, a psicdloga Elaine Hatfield, da Universidade do Hawai, e a socidloga Susan Sprecher, da Universidade Estadual do llindis, desenvolveram um questionario de 15 perguittas com vista a classificar as pessoas segundo aquilo a que os investigadares chamam a “escala do amor apaixona- do” Hatfield administrou o teste em locais to variados coma os EUA, as ilhias do Pacifico, a Russia, co México, 0 Paquistdo €, mais rerentemente, a india, e verificou que ninguém conseguia reprimit o ‘amor. “Em todas as culturas que estudei, as pessoas amam desentreadarmente” 0 que os cientistas, para nao falar de todos nés, querem saber, ¢ 0 porqué. O que nos tara 1p patetas com 0 amor? Para que nos incomodamos com exercicios tio etaborados como danca de Feques © namoricas, pestangjas ¢ sinais de alegria ou desgosto? “Temos apenas um entendimento limitado do amor, na sentide cientifico’, admite john Bancroft, distinto director do Instituto Kinsey, ‘em Bloomington, Indiana, onde sabem uma ou duas coisas sobre 0 modo come os seres humanos acasalam, Mas esse entendimenta esté a aumentar. Quanto mais os cientistas observam, mais Conseguem subdividir o amor nos seus componentes individuals - os processas visuais, auditivas, olfactivos, tacteis, neuraquimicas, que o possibilitam, Jettrey Kluger, in Vi 78, 31 de Janeiro de 2008 fadaptado}